e rir...
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Ironias......
Já não chegava o Benfica não dar alegrias a sócios e adeptos, ainda me faz ficar no trabalho até às 22:30h....
Haja paciência, para o futebol deste país!!!
Haja paciência, para o futebol deste país!!!
Tks, Nuchaz pelas letras, e S. pelo som....
terça-feira, 26 de setembro de 2006
Buracos no tempo, e no metro
11 horas toca o telefone aqui do trabalho....
- Bom dia, é só para dizer que tinha uma reunião consigo às 11h, e que estou retido no transito na IC19
-Não se preocupe, também sofro desse mal, a que horas está a pensar chegar?
- Aí por volta das 11:30.... mais ou menos....
-Onde é que está?
-Estou na Rinchoa.....
- Humm, não tenha pressa....estamos abertos até às 18:30, e eu ainda cá fico até às tantas...
- Bom dia, é só para dizer que tinha uma reunião consigo às 11h, e que estou retido no transito na IC19
-Não se preocupe, também sofro desse mal, a que horas está a pensar chegar?
- Aí por volta das 11:30.... mais ou menos....
-Onde é que está?
-Estou na Rinchoa.....
- Humm, não tenha pressa....estamos abertos até às 18:30, e eu ainda cá fico até às tantas...
Ainda não apareceu.....
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Morfina, sexo e sax...the saddest song...
O Sandman partiu e deixou um vazio tremendo nos ouvidos, nas bocas, nos fumos e nas vozes, a noite nunca mais será a mesma.
Hoje, tenho os ouvidos cheios de pó e cinzas, de instrumentos gastos, e cigarros fumados no deleite dos sons e dos breves silêncios... mato saudades... e ainda sinto o frio no estômago de te ouvir....
"I can tell you taste like the sky cause you look like rain"...
Hoje, tenho os ouvidos cheios de pó e cinzas, de instrumentos gastos, e cigarros fumados no deleite dos sons e dos breves silêncios... mato saudades... e ainda sinto o frio no estômago de te ouvir....
"I can tell you taste like the sky cause you look like rain"...
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Os finais...
Vou continuar a falar de coisas sem importância...
Porque o resto, já não me interessa.... acabou....
Blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, ..........
Porque o resto, já não me interessa.... acabou....
Blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, ..........
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
Perdida nas cores...

Depois de esforçar os braços entre os novos escombros que encontro na minha casa, pedem-me constantemente decisões, para as quais, a menina que vive a meias com a mulher, ainda não tem resposta....(para quase nada....)
Fácil fácil, é brincar às casinhas sem tecto, com recordações e personagens de papel. Dormir com o céu como telhado e ter o sol como despertador.....
Enquanto decido as cores da casa, (tenho tantos lápis e tantas vontades), tento que o tempo, me afaste de outras decisões, e é preciso um ponto final, uma resposta. Ponho o orgulho de lado, e peço ajuda nas escolhas..(até porque é ali que vou por os pés, e andar) ..preto, cinza ou pérola....?...
sexta-feira, 15 de setembro de 2006
14 Setembro 2006
Quando se tem o coração ao pé da boca acabamos inevitavelmente por morde-lo...
Blogs e concertos, e noites....hi hi hi.....
(gostei muito do interior da tua mochila)
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
Momentos...
Foi esta a banda sonora da viagem de casa para o trabalho, mesmo no meio da IC19, um momento perfeito e inexplicavel...e só porque o que ouvia, via e sentia estava certo, fazia sentido.........
NICK CAVE & THE BAD SEEDS
"Into My Arms"
I don't believe in an interventionist God
But I know, darling, that you do
But if I did I would kneel down and ask Him
Not to intervene when it came to you
Not to touch a hair on your headT
o leave you as you are
And if He felt He had to direct you
Then direct you into my arms
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms
And I don't believe in the existence of angels
But looking at you I wonder if that's true
But if I did I would summon them together
And ask them to watch over you
To each burn a candle for you
To make bright and clear your path
And to walk, like Christ, in grace and love
And guide you into my arms
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms
And I believe in Love
And I know that you do too
And I believe in some kind of path
That we can walk down, me and you
So keep your candlew burning
And make her journey bright and pure
That she will keep returning
Always and evermore
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms
"Into My Arms"
I don't believe in an interventionist God
But I know, darling, that you do
But if I did I would kneel down and ask Him
Not to intervene when it came to you
Not to touch a hair on your headT
o leave you as you are
And if He felt He had to direct you
Then direct you into my arms
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms
And I don't believe in the existence of angels
But looking at you I wonder if that's true
But if I did I would summon them together
And ask them to watch over you
To each burn a candle for you
To make bright and clear your path
And to walk, like Christ, in grace and love
And guide you into my arms
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms
And I believe in Love
And I know that you do too
And I believe in some kind of path
That we can walk down, me and you
So keep your candlew burning
And make her journey bright and pure
That she will keep returning
Always and evermore
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms, O Lord
Into my arms
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Mesmo a calhar...
A D. Gnoveva pediu, e pela segunda vez cá vai disto... :)·
Junto mais 6 características às anteriores·
1º – Odeio unhas pintadas!! Mas odeio mesmo! Faz-me impressão. E das vezes que as tentei pintar com o verniz transparente, detestei a sensação que o verniz deixa, quando encosta às extremidades das unhas, parece que vai passar para a parte debaixo...(talvez por me faltar muito, o jeito) errrrrrrggkkkkkk
2º-Não consigo matar bichos, nem moscas, nem aranhas, quando me estão a incomodar espero pacientemente que desapareçam, ou mando os ditos bichos para longe, já cheguei a andar a passear sapos e aranhas em vassouras. (excepto, os mosquitos que me tiram do sério, e para além de não me deixarem dormir, deixam-me marcas pelo corpo todo).·
3º-Não gosto de chocolate, ou mel, ou compota, ou doce.... errrrgggggggkkkkkkkk.
Um dos piores pesadelos em criança era o leite quente com mel, que além da tradicional nata, que criava por cima, vinha acompanhado por uma colher de sopa de mel de Arganil (mel caseiro feito na terra do meu super pai, que no Inverno fica rijo como tudo). Parece que ainda lhe sinto o cheiro e sabor...erggggggkkkk.
4º-Troco os talheres...sim e não sou canhota....sou é mimada, como me partiam a comida até muito tarde, apenas comia com o garfo na mão onde devia estar a faca, ainda hoje é muito mais prático ter o garfo na mão direita....
5º-Tenho o estranho hábito de estar constantemente a fazer refresh/actualizar no ambiente de trabalho do computador...
6º-Passo a vida a cantar quando estou sozinha (e não só).....
Será que devia passar isto a alguém??....Nunca sei como está a disponiblidade dos outros, assim, e sem compromisso, aqui vai....Placebo, Site Daqui, Profi Trolls, Trapezista, e Arnaldoooooo e que pena S. não andares de bem com a escrita....(fica o desafio na mesma)....
Junto mais 6 características às anteriores·
1º – Odeio unhas pintadas!! Mas odeio mesmo! Faz-me impressão. E das vezes que as tentei pintar com o verniz transparente, detestei a sensação que o verniz deixa, quando encosta às extremidades das unhas, parece que vai passar para a parte debaixo...(talvez por me faltar muito, o jeito) errrrrrrggkkkkkk
2º-Não consigo matar bichos, nem moscas, nem aranhas, quando me estão a incomodar espero pacientemente que desapareçam, ou mando os ditos bichos para longe, já cheguei a andar a passear sapos e aranhas em vassouras. (excepto, os mosquitos que me tiram do sério, e para além de não me deixarem dormir, deixam-me marcas pelo corpo todo).·
3º-Não gosto de chocolate, ou mel, ou compota, ou doce.... errrrgggggggkkkkkkkk.
Um dos piores pesadelos em criança era o leite quente com mel, que além da tradicional nata, que criava por cima, vinha acompanhado por uma colher de sopa de mel de Arganil (mel caseiro feito na terra do meu super pai, que no Inverno fica rijo como tudo). Parece que ainda lhe sinto o cheiro e sabor...erggggggkkkk.
4º-Troco os talheres...sim e não sou canhota....sou é mimada, como me partiam a comida até muito tarde, apenas comia com o garfo na mão onde devia estar a faca, ainda hoje é muito mais prático ter o garfo na mão direita....
5º-Tenho o estranho hábito de estar constantemente a fazer refresh/actualizar no ambiente de trabalho do computador...
6º-Passo a vida a cantar quando estou sozinha (e não só).....
Será que devia passar isto a alguém??....Nunca sei como está a disponiblidade dos outros, assim, e sem compromisso, aqui vai....Placebo, Site Daqui, Profi Trolls, Trapezista, e Arnaldoooooo e que pena S. não andares de bem com a escrita....(fica o desafio na mesma)....
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
Tão complicado...
Ontem cheguei a casa, despi a roupa de duende e deitei-me, mas o sono não veio, o coração não quis falar com ele, estava agitado·
Explica-me!!, dizia ele, explica-me como se apaga uma emoção que nunca chegou a ser o que era!!.
Tentei acalma-lo, dizendo que o que importa são as recordações que ficam, e o que se sente, mas a agitação, não parava, nem o Palma no ouvido o sossegava·
Levantei-me, tirei o casaco de duende de trás da porta e estendi-o na cama, tirei o coração com cuidado do peito, e aconcheguei-o no tecido familiar. Chorava baixinho, cantei-lhe canções de embalar e de aquecer, e foi devagarinho ficando em silêncio.
Fiquei ali deitada ao seu lado, quando dei por mim, já o sol nascia na janela. Ele cansado, com os olhos e as artérias inchadas, descansava das suas dúvidas, no descanso das lágrimas.
Decidi então, que hoje não o iria trazer comigo, precisava de descanso. Lá ficou embrulhado no casaco de duende. Antes de eu sair de casa, pediu-me um poema, daqueles que ele sabia de ouvido, sorri, prometi que quando voltasse lhe levava um, e ele prometeu que se ia portar bem.
Vai ser um dia longo.
Quando entrei no carro tinha os ouvidos a perguntarem-me quando ia precisar deles novamente, e as mãos vazias e geladas na falta da ansiedade de esperar por alguém.
Explica-me!!, dizia ele, explica-me como se apaga uma emoção que nunca chegou a ser o que era!!.
Tentei acalma-lo, dizendo que o que importa são as recordações que ficam, e o que se sente, mas a agitação, não parava, nem o Palma no ouvido o sossegava·
Levantei-me, tirei o casaco de duende de trás da porta e estendi-o na cama, tirei o coração com cuidado do peito, e aconcheguei-o no tecido familiar. Chorava baixinho, cantei-lhe canções de embalar e de aquecer, e foi devagarinho ficando em silêncio.
Fiquei ali deitada ao seu lado, quando dei por mim, já o sol nascia na janela. Ele cansado, com os olhos e as artérias inchadas, descansava das suas dúvidas, no descanso das lágrimas.
Decidi então, que hoje não o iria trazer comigo, precisava de descanso. Lá ficou embrulhado no casaco de duende. Antes de eu sair de casa, pediu-me um poema, daqueles que ele sabia de ouvido, sorri, prometi que quando voltasse lhe levava um, e ele prometeu que se ia portar bem.
Vai ser um dia longo.
Quando entrei no carro tinha os ouvidos a perguntarem-me quando ia precisar deles novamente, e as mãos vazias e geladas na falta da ansiedade de esperar por alguém.
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
Tão simples....
Ontem, quando esperava ter mais um serão entre caixotes, tralha para encaixotar, anseios de vozes, gatos, e algum pó rebelde que vivia escondido, em cantos que nem eu sabia que a minha casa tinha, eis que tudo se alterou.
Fui visitar os meus meninos perdidos, e fui logo convidada para levar a Rainha avó para um magnífico concerto do Sr.Marco Paulo. O plano era, enquanto a Rainha Avó se divertia com os restantes familiares, nós iríamos encher a pança a comer algodão doce, pipocas... beber Coca-Cola e Guaraná...
E lá fomos, o Marco cantou, mas a Rainha Avó acabou por ficar em casa com dores da gripe. Quem apareceu foi a Lili aquela que é de Caneças....dizia a senhora do lado....
Comemos algodão, encontramos o João, e dançamos até mais não...
Ainda conhecemos a D.Maria que mentiu ao marido para poder ir ao concerto, que no fim nos deu um abraço, e dos desejou saudinha da boa...
Andamos às cavalitas, compramos balões, e farturas, brindamos aos primos, rimos até doer a barriga dos doces, e prometemos que este verão ia durar mais tempo, nos nossos sorrisos...
Fui visitar os meus meninos perdidos, e fui logo convidada para levar a Rainha avó para um magnífico concerto do Sr.Marco Paulo. O plano era, enquanto a Rainha Avó se divertia com os restantes familiares, nós iríamos encher a pança a comer algodão doce, pipocas... beber Coca-Cola e Guaraná...
E lá fomos, o Marco cantou, mas a Rainha Avó acabou por ficar em casa com dores da gripe. Quem apareceu foi a Lili aquela que é de Caneças....dizia a senhora do lado....
Comemos algodão, encontramos o João, e dançamos até mais não...
Ainda conhecemos a D.Maria que mentiu ao marido para poder ir ao concerto, que no fim nos deu um abraço, e dos desejou saudinha da boa...
Andamos às cavalitas, compramos balões, e farturas, brindamos aos primos, rimos até doer a barriga dos doces, e prometemos que este verão ia durar mais tempo, nos nossos sorrisos...
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
O rapaz insconstante
O rapaz insconstante, era muito muito simpático, mas depois, num instante, nem falava a quem passava ....isto era tão natural, que eu às vezes chegava a por em causa se alguma vez o teria conhecido...
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
terça-feira, 29 de agosto de 2006
Primeiras palavras
Sou filha, e neta única, fui a última menina a nascer na família há 28 anos, e como já se está mesmo a ver, fui [e sou] mimada até mais não.....
Ser filha única tem contratempos....quando fazia asneira da grande...não podia dizer:...Foi o mano!!!, era sempre eu que levava o cão à rua, e era sempre eu que levava palmadas e os castigos, nunca havia condições técnicas, para jogar à apanhada, ou às escondidas, ou à estalada, (só jogava à palmada com a minha mãe) ou qualquer jogo que envolvesse a presença de outra criança real, (porque as imaginárias, nunca se escondiam)
Todos os natais, de bota pendurada na chaminé, pedia à minha mãe um mano....a cegonha nunca chegou, enganava-se sempre na casa....
No dia em que nasci, e no momento em que a enfermeira me entregou, limpinha e vestidinha no colo da minha mãe, ela de olhos arregalados olhou para mim, começou por chorar e disse: A minha filha é deficiente!!! (não é bonito?) o meu polegar da mão direita, estava escondido dentro da camisola, e ela, tal como hoje, gosta de apontar defeitos, achou que era uma situação irreversível, a pobre da enfermeira lá a acalmou, soltando o meu dedo, mas até hoje acho que ainda não se convenceu...
Antes de eu começara falar, pais e avós apostavam entre eles, (nunca soube qual o valor da aposta) qual a primeira palavra, que a sua princesa já com 9 meses iria dizer, mamã, papá, vó, vô...enfim andavam todos atrás da menina a invadirem a sua cabeça com palavras para encher a vaidade, de pais e avós únicos (nos dois sentidos da palavra).
Um dia, em plena hora de jantar e com os concorrentes todos sentados em torno da mesa, eis que a princesa disse (entre um monte de outros sons que ninguém percebeu ao certo).
Agua! E ai estava,... a grande vencedora era a EPAL....
Depois, vieram muito mais palavras....Birra, escola, fotografia, sair à noite, não, amo-te, odeio-te, casa, sonhos, sorrisos, avô, febre, alergias, trabalho, namorados, mas principalmente família….
Ser filha única tem contratempos....quando fazia asneira da grande...não podia dizer:...Foi o mano!!!, era sempre eu que levava o cão à rua, e era sempre eu que levava palmadas e os castigos, nunca havia condições técnicas, para jogar à apanhada, ou às escondidas, ou à estalada, (só jogava à palmada com a minha mãe) ou qualquer jogo que envolvesse a presença de outra criança real, (porque as imaginárias, nunca se escondiam)
Todos os natais, de bota pendurada na chaminé, pedia à minha mãe um mano....a cegonha nunca chegou, enganava-se sempre na casa....
No dia em que nasci, e no momento em que a enfermeira me entregou, limpinha e vestidinha no colo da minha mãe, ela de olhos arregalados olhou para mim, começou por chorar e disse: A minha filha é deficiente!!! (não é bonito?) o meu polegar da mão direita, estava escondido dentro da camisola, e ela, tal como hoje, gosta de apontar defeitos, achou que era uma situação irreversível, a pobre da enfermeira lá a acalmou, soltando o meu dedo, mas até hoje acho que ainda não se convenceu...
Antes de eu começara falar, pais e avós apostavam entre eles, (nunca soube qual o valor da aposta) qual a primeira palavra, que a sua princesa já com 9 meses iria dizer, mamã, papá, vó, vô...enfim andavam todos atrás da menina a invadirem a sua cabeça com palavras para encher a vaidade, de pais e avós únicos (nos dois sentidos da palavra).
Um dia, em plena hora de jantar e com os concorrentes todos sentados em torno da mesa, eis que a princesa disse (entre um monte de outros sons que ninguém percebeu ao certo).
Agua! E ai estava,... a grande vencedora era a EPAL....
Depois, vieram muito mais palavras....Birra, escola, fotografia, sair à noite, não, amo-te, odeio-te, casa, sonhos, sorrisos, avô, febre, alergias, trabalho, namorados, mas principalmente família….
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
sexta-feira, 25 de agosto de 2006
Mudanças....
Há um ano atrás, fiquei desolada quando me puxaram o tapete do chão, e me roubaram um projecto de vida.
Hoje, tudo mudou, a vida já nem sequer é a mesma, a casa já está mudada, tem menos uma parede, tem mais emoções, mais lágrimas perdidas dentro das fronhas das almofadas, e alguns sorrisos, meus e teus, que as gatas empurraram para debaixo da cama enquanto brincavam com eles...·
A casa era baixa, agora tem vista para o telhado, nas teias de aranha do sótão ficaram presos alguns sonhos. Alguns, ainda são puxados pela corrente de ar, através dos espaços entre as telhas, aqueles espaços que deixam passar pequenos bocados de sol...
Depois quis desistir de tudo, ao fim de seis meses de desilusão, tu agitaste o meu quarto, e o sonho da independência soltou-se da teia, e foi cair no meu nariz, enquanto dormia...(ainda não sei o que fazer com ele)
Mas voltámos ao mesmo, a porta da casa finalmente abriu, devia estar contente, se fosse há um ano estava aos pulos, mas as lutas fazem crescer.... e os pulos quando mal calculados, podem criar lesões irreparáveis na queda. Criei laços com a fragilidade que os destroços das obras inacabadas me deixaram, e calmamente recebo o primeiro sinal de um recomeço....um ano depois...
Hoje, tudo mudou, a vida já nem sequer é a mesma, a casa já está mudada, tem menos uma parede, tem mais emoções, mais lágrimas perdidas dentro das fronhas das almofadas, e alguns sorrisos, meus e teus, que as gatas empurraram para debaixo da cama enquanto brincavam com eles...·
A casa era baixa, agora tem vista para o telhado, nas teias de aranha do sótão ficaram presos alguns sonhos. Alguns, ainda são puxados pela corrente de ar, através dos espaços entre as telhas, aqueles espaços que deixam passar pequenos bocados de sol...
Depois quis desistir de tudo, ao fim de seis meses de desilusão, tu agitaste o meu quarto, e o sonho da independência soltou-se da teia, e foi cair no meu nariz, enquanto dormia...(ainda não sei o que fazer com ele)
Mas voltámos ao mesmo, a porta da casa finalmente abriu, devia estar contente, se fosse há um ano estava aos pulos, mas as lutas fazem crescer.... e os pulos quando mal calculados, podem criar lesões irreparáveis na queda. Criei laços com a fragilidade que os destroços das obras inacabadas me deixaram, e calmamente recebo o primeiro sinal de um recomeço....um ano depois...
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
Passado recente...
Lembram-se das obras da minha casa?.....E da grande desilusão que se seguiu....?
Chegou a altura de voltar a pensar em cimento, telhas e tijolos, para já apenas dos virtuais, vou recomeçar o projecto da casa, por agora.....em 3d max para apresentar ao Sr. das Obras....
Um passo pequenino , mas um passo.... um de cada vez....mas não digam a ninguém porque é segredo, mas sonho não morreu.....nunca morre....
Chegou a altura de voltar a pensar em cimento, telhas e tijolos, para já apenas dos virtuais, vou recomeçar o projecto da casa, por agora.....em 3d max para apresentar ao Sr. das Obras....
Um passo pequenino , mas um passo.... um de cada vez....mas não digam a ninguém porque é segredo, mas sonho não morreu.....nunca morre....
segunda-feira, 21 de agosto de 2006
Adolescite....
Estava aqui na amena cavaqueira sobre coisas de "não-gaja" [seja lá o que isso for] quando me lembrei de mais uma das minhas muitas inarráveis histórias...·
Em plena adolescência, [ora devia eu ter os meus 17 aninhos], decidi arranjar as sobrancelhas, diga-se que não sou muito dada a essas coisas dos cosméticos e da beleza feminina....·E assim e como tinha cera lá em casa, daquela que se aquece para tirar o tapete das pernas pensei, são só uns pelinhos ali em cima, e isto com a pinça dói como o raio que parta, vou experimentar...·
E assim foi... aqueci a dita cera em banho-maria, sim porque na altura não havia cá ceras para micro ondas, que saem com agua em caso de arrependimento..... e com a ajuda da espátula espalhei, no local onde tais pêlos estavam, no meu entender, a mais.....·
Depois da cera aplicada toca de por a banda de tecido por cima, para depois passar à extracção dos pêlos...
Banda posta, passei cuidadosamente o dedo por cima do local onde estava a cera para a fundir nos poros do tecido, enchi os pulmões de ar enquanto contava até 3....
1....2.....e............................3......e nada!!, não fui capaz,....larguei a banda....descontrai...e pensei que tinha mesmo de ser....e nem pensei, nem contei,.....segurei a ponta da banda de tecido com firmeza fechei os olhos e puxei no sentido inverso.........
AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quando abri os olhos milésimos de segundos depois, estes encheram-se de lágrimas logo de seguida... (já estavam meio cheios apenas com a dor). Ao pressionar a cera na banda de tecido fiz com que a cera ainda quente se espalhasse muito além do desejado (por mais meia sobrancelha) e não só arranquei os pêlos desejados como muitos dos que eram para permanecer intactos....
Resultado...meia sobrancelha fora, muitas lágrimas de dor e desespero.....e um solução muito prática, um mes a por lápis dos olhos da minha mãe, no local onde os pêlos cresciam agora lentamente....
Nunca mais arranjei ou desarranjei tais pêlos,…nem volto!!!
Para ti que por enquanto não me lês e eu não te leio, guardo-te nas minhas mãos, sei que vai correr bem….e faço das letras pequenos sorrisos para leres quando voltares….
Em plena adolescência, [ora devia eu ter os meus 17 aninhos], decidi arranjar as sobrancelhas, diga-se que não sou muito dada a essas coisas dos cosméticos e da beleza feminina....·E assim e como tinha cera lá em casa, daquela que se aquece para tirar o tapete das pernas pensei, são só uns pelinhos ali em cima, e isto com a pinça dói como o raio que parta, vou experimentar...·
E assim foi... aqueci a dita cera em banho-maria, sim porque na altura não havia cá ceras para micro ondas, que saem com agua em caso de arrependimento..... e com a ajuda da espátula espalhei, no local onde tais pêlos estavam, no meu entender, a mais.....·
Depois da cera aplicada toca de por a banda de tecido por cima, para depois passar à extracção dos pêlos...
Banda posta, passei cuidadosamente o dedo por cima do local onde estava a cera para a fundir nos poros do tecido, enchi os pulmões de ar enquanto contava até 3....
1....2.....e............................3......e nada!!, não fui capaz,....larguei a banda....descontrai...e pensei que tinha mesmo de ser....e nem pensei, nem contei,.....segurei a ponta da banda de tecido com firmeza fechei os olhos e puxei no sentido inverso.........
AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quando abri os olhos milésimos de segundos depois, estes encheram-se de lágrimas logo de seguida... (já estavam meio cheios apenas com a dor). Ao pressionar a cera na banda de tecido fiz com que a cera ainda quente se espalhasse muito além do desejado (por mais meia sobrancelha) e não só arranquei os pêlos desejados como muitos dos que eram para permanecer intactos....
Resultado...meia sobrancelha fora, muitas lágrimas de dor e desespero.....e um solução muito prática, um mes a por lápis dos olhos da minha mãe, no local onde os pêlos cresciam agora lentamente....
Nunca mais arranjei ou desarranjei tais pêlos,…nem volto!!!
Para ti que por enquanto não me lês e eu não te leio, guardo-te nas minhas mãos, sei que vai correr bem….e faço das letras pequenos sorrisos para leres quando voltares….
Subscrever:
Mensagens (Atom)


